Um holandês (van Houtten), um suíço (Lindt) e um belga (Neuhaus) inventaram o chocolate.Foram suas descobertas a partir do século 19 que fizeram com que as amêndoas do cacau originário da nossa Amazônia se transformassem no chocolate que conhecemos hoje.
A associação da Bélgica ao chocolate data desde 1635 quando o país estava sob ocupação espanhola logo após o chocolate ter sido trazido para a Europa da Mesoamérica.
Os belgas se apropriaram do chocolate porque o fazem bem, já que as etapas de colheita, fermentação e secagem realizadas nas fazendas de cacau da América Latina e da África são responsáveis por apenas 50% do sabor e do aroma do chocolate
Há uma lei na Bélgica, que desde o século 19 regulamenta a produção do chocolate. Essa lei determina que qualquer produto pra ser reconhecido como "chocolate" precisa ter pelo menos 35% de cacau puro. O chocolate deve ser triturado até 15 ou 18 microns, que é o equivale a 1 milésimo de milímetro, valor que consegue ser inferior à sensibilidade das papilas gustativas da língua e é justamente por isso que ao provar o chocolate belga temos a sensação que ele derrete na boca pois não tem nenhuma granulação.
Chocolate Belga é fino e bem delicado. Ele tem somente a manteiga do próprio cacau e não possui gordura vegetal (gordura trans) que faz mal a saúde.
Vale explicar que aqui no Brasil a legislação permite adição de gorduras para baratear a produção, predominam gorduras hidrogenadas e os óleos de coco e dendê, o que infelizmente não é bom nem pro paladar nem para a saúde.
Se você quiser ter um produto de alta qualidade e diferenciado dos demais, utilize o chocolate Belga, com certeza seus clientes vão notar a diferença no paladar.
Gosta de confeitaria? Gostaria de aprender a fazer doces Gourmet pagando um preço bem acessível pelo curso?
Aqui no blog temos várias indicações de cursos com profissionais de renome que vão te ensinar as melhores técnicas de confeitaria para que você possa produzir os melhores doces Gourmet para ofertar a sua clientela.
Comentários
Postar um comentário